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QR code: o lugar, o tempo real e a conexão impresso/web

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No ano passado, em dezembro, o jornal A Tarde de Salvador implantou a tecnologia QR code no jornal impresso para, a partir de um celular com leitor destes códigos bidimensionais, oferecer informação complementar às matérias jornalísticas como vídeo, fotos ou textos. Na edição do mesmo mês a revista  Viagem também adotou a tecnologia para seus leitores obterem informações extras de pontos turísticos.

Em cima deste potencial, Michael Josefowicz, do Mediashift, discute no artigo QR Codes Connect Print to the Web como o jornalismo e a publicidade podem explorar as novas possibilidades de interligação entre a mídia analógica e digital envolvendo impresso, web e celular. Para ele, o QR code pode linkar para dados em tempo real levando em consideração o lugar, a comunidade para a qual aquela informação importa e naquele momento, ou seja, jornalismo locativo como uma das práticas associdadas às mídias locativas.

[no curso Mídias Locativas na UFBA algumas destas questões e exemplos apareceram nas apresentações, além das próprias experiências que colocaram em prova a funcionalidade de QR Codes].
Abaixo alguns trechos deste artigo e as questões levantadas no entorno:

“A versioned newspaper filled with QR codes can pinpoint “where” an exchange takes place. “Where” is the critical issue for successful versioned newspaper distribution. Once a newspaper ad salesperson can deliver “where” information to local advertisers, it’s a very clear value proposition.

For an editor or journalist, QR codes can deliver real time data on the most ineffable and important feedback, answering questions like “Is this story interesting to people who live in a geographically defined community?” While there is an approximation of the “interesting” factor on the web, the fact is that the web is still for a niche audience of very interested people. If the task is to engage the previously uninterested, data from web clicks is much too noisy.

QR codes have the potential to cut through that noise and help transform the way we use these media. My personal passion is not print or newspapers, it’s fixing high school education. Since I believe that print is the best learning tool and the web is the best talking and tracking tool, as the connections grow between these two media, a tipping point in educating our young people will emerge. That’s one way the world is changing.

The common wisdom about print has created a ferocious noise that has drowned out the signals of new print-to-the-cloud technology. I will try to amplify that signal over the next few weeks. Once it gets on the radar of journalists and newspaper publishers, the world will change, again.”